domingo, 27 de setembro de 2009
Maravilha auditiva
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"Ventos do Norte
(André Bernard)
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Ventos do norte que trazem pra sorte a luz da manhã
sopram com força e apagam as marcas que a chuva deixou no chão
Ventos do norte que abrem caminhos pra irmos além
do mar aberto caminhos incertos também
Ventos do norte que trazem fragatas voando razante
deixam em terra estranhas cantigas de um mundo distante
Ventos do norte que levam as águas escuras do mar
abre esse tempo que o Sol já cansou de esperar
Ventos do norte que sabem de onde as gaivotas vieram
peixes, golfinhos, sereias e encantos que as águas trouxeram
Ventos do norte que trazem o perfume das algas do cais
abre essa porta pros sonhos que a noite me traz"
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Muito Obrigada, querida! :)
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Uma semana iluminada para quem quer que perca uns minutinhos do seu tempo vindo aqui!
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domingo, 6 de setembro de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
O condicionamento dos sentidos ou como é fácil ser enganado
Como reconhecer as madeiras verdadeiras, com suas texturas, consistências e cheiros, se somos criados no meio de compensados e enxertos fabricados industrialmente?
Como saber reconhecer a qualidade e o valor de um objeto, se perdemos o contato com sua fabricação? Se a sua confecção não é mais motivo de brincadeiras e laboratório para o aprendizado de nossos filhos, mas apenas a representação simbólica de um prédio de concreto, fechado e cercado, de onde ele sai pronto, em plástico descartável, para ser absorvido e estragado rapidamente, sem sequer estimular a reflexão sobre as etapas que precederam sua compra? (E, nesse caso, adianta falar para estas juventudes em preservação do Meio Ambiente e em preservação do patrimônio?)
Como reconhecer o pão caseiro ou integral, se consumimos apenas os alimentos industrializados ou de fabricação induzida das redes de supermercados?
Quando deixamos de fabricar o pão perdemos a percepção do seu peso, da cor, da textura da massa, do sabor. É fácil ser enganado por um falso pão “integral” escurecido artificialmente pela adição de café ou de outros ingredientes. E o pão é apenas uma referência, entre tantos falsos alimentos.
Quando deixamos de colher as frutas no pé, perdemos a referência do sabor e do cheiro que elas exalam ao serem colhidas, não reconhecemos mais como elas são. E acabamos por nos encantar e comprar frutas enormes, coloridas, padronizadas por crescimento artificial, Passamos, então, a achar que o gosto aguado e com textura de isopor é, sim, o seu sabor natural.
Ou, no caso dos laticínios, que a gordura do leite natural ou o azedo “estragado” da käzschmier são defeitos do alimento que deve ser jogado fora por estar “vencido”.
Poderíamos também questionar o uso das luvas para cozinhar em casa, tão propagado por uma certa apresentadora de televisão que, além de usar luvas, ainda permeia o seu programa matinal com todo o tipo de notícias deprimentes e trágicas que tenham ocorrido. Um alimento preparado entre uma notícia e outra de alguma mãe que perdeu seu filho, do enterro do Michael Jackson do momento ou do jovem que assassinou sua namorada deve ficar realmente “delicioso”.
Por que a comida das nossas avós era tão boa, deixando saudades nas memórias das gerações com mais de trinta anos?!
Porque era feita com ingredientes colhidos direto da horta, em panelas grossas, consistentes, que permitiam um cozimento mais saudável e saboroso. Porque tinha a ação da mão humana propiciando a adição das nossas energias, misturando, interagindo, jogando amor e estimulando a homogeneização dos ingredientes. Porque era permitido o tempo necessário para deixar o fermento agir, para deixar o sabor penetrar. Porque as nossas avós estavam concentradas no que estavam fazendo, sem pensar nos zilhões de notícias que hoje são propagadas, de forma direta ou por tabela, pelos meios de comunicação.
Nós ainda lembramos disso tudo, mas nossos netos já não vão mais ter essas referências sensoriais e comportamentais.
sábado, 23 de maio de 2009
Música para chorar
domingo, 10 de maio de 2009
Um comentário curto e Canção
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Recomendações de leitura
O blog não tem caráter profissional, embora traga também textos referentes às minhas atividades de trabalho.
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domingo, 26 de abril de 2009
Então, a todos os brasileiros guerreiros
Líder dos Templários
(Jorge Benjor, Jorge Vercilo, Jorge Mautner e Jorge Aragão)
Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo Brasileiro, Brasileiro guerreiro
São Jorge cavaleiro da flor,
São Jorge protetor, protetor, protetor
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Oxóssi da mata, Ogum do Ferro
Salamâleico, âleicon, salamalan
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Estórias de um Santo lutador
Líder soberano dos templários
No povo a sua força se perpetuou
E hoje vive em nosso imaginário
E hoje vive em nosso imaginário
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Mas todo imaginário tem valor
E pode transformar esse cenário
A mente criadora é um dom maior
Naqueles que são revolucionários
Naqueles que são revolucionários
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Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo Brasileiro, Brasileiro guerreiro
Eu sou cavaleiro da flor,
São Jorge protetor, protetor, protetor
São Jorge protetor, protetor, protetor
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O terreno ambíguo
Porque ele é um herói
Ele tem pulsações humanas
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E é por isso que ele é tão querido
Em todos os lugares
Pelas crianças, pela população
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Estórias de um Santo lutador
Líder soberano dos templários
No povo a sua força se perpetuou
E hoje vive em nosso imaginário
E hoje vive em nosso imaginário
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Mas todo imaginário tem valor
E pode transformar esse cenário
A mente criadora é um dom maior
Naqueles que são revolucionários
Naqueles que são revolucionários
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Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo brasileiro, brasileiro guerreiro
Eu sou cavaleiro da flor
São Jorge protetor, protetor, protetor
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Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo brasileiro, brasileiro guerreiro
Eu sou cavaleiro da flor
São Jorge protetor, protetor, protetor
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São Jorge protetor, protetor, protetor
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São Jorge protetor, protetor, protetor
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De Camões à Fernando Pessoa
Nós somos resultado
Dessa peregrinação longínqua
De combates e de glórias
De afirmação do bem contra o mal,
E mesmo na era cibernética,
No mundo digital, no holograma
Ali está São Jorge
Triunfante lá na frente de todos nós,
É a pipoca da pororoca da imaginação
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Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo brasileiro, brasileiro guerreiro,
São Jorge cavaleiro da flor
São Jorge protetor, protetor, protetor
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Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo brasileiro, brasileiro guerreiro
São Jorge cavaleiro da flor
São Jorge protetor, protetor, protetor
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São Jorge protetor, protetor, protetor
São Jorge Guerreiro
Santo Salvador
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Saravá, colofé, motumbá
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Vem nos ajudar
Vem curar a dor
Vem nos ajudar
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Salamâleico, âleicon, salamalan
Shalon shalon
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Amém
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Santo Salvador
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Como sempre, para ouvir a todo volume.
Segue o vídeo, do Youtube:
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Êta suingue danado de bom, Siô!
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Para Maria Lúcia, onde quer que ela esteja
não têm margens
como não têm começo nem fim" (Dom Helder Câmara)
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Um novo tempo
P.S.: a canção Um Novo Tempo, de Ivan Lins, expressa um pouco do que a cidade passou e passa ainda, em consequência da crise econômica e identitária da década de 1990.
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A influência da lua
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Os cinco sentidos
terça-feira, 7 de abril de 2009
Recomendação III
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A Lua Cheia pode afetar a visão ocasionando leituras equivocadas de textos e de mundo. Ela também pode causar desidratação em pessoas sensíveis, destas que se emocionam à toa com belas paisagens ou delicadas notas musicais.
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A Lua Cheia continua linda!
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Antes que eu esqueça
domingo, 5 de abril de 2009
A elasticidade dos conceitos
Filosofias de vida
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Por que eu não faria mergulho
domingo, 22 de março de 2009
Bairrismo
sábado, 21 de março de 2009
Fina sintonia
quarta-feira, 18 de março de 2009
Cotidiano
domingo, 15 de março de 2009
A Novidade
O primeiro deles é de Marcos Sosa, uma resenha do CD Percussìvé, do compositor e violonista gaúcho Felipe Azevedo.
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Felipe Azevedo: mãos no ritmo e cabeça na canção
À audição de Percussìvé, mais recente álbum de Felipe Azevedo, talvez sejam estas as linhas gerais trazidas a qualquer comentário de causas e efeitos de sua canção.
E a palavra de Percussìvé é plena, miscigenada, brasileiríssima. Maracatu torto, Balaio de cordas e Balanço tupiniquim (as duas últimas com a participação de Marcos Suzano), por exemplo, parecem cruzar as pontas norte e sul, acenando para um conhecimento de brasilidade que por vezes se esquece de acontecer, no isolacionismo de cada uma de nossas ilhas culturais. Tema para um compasso de espera, na voz de Mônica Salmaso, trata com carinho da paixão como promessa, virtude e loucura. Já Norato Ciber Cobra e Canibalismoderno referem com naturalidade questões contemporâneas como o avanço da tecnologia e da genética, com certo humor doce e antropofagia inusitada. São 14 faixas mais duas vinhetas, para revelar um país continental onde as diferenças não passam de uma brincadeira inocente.
É de se notar, também, que Percussìvé vem sublinhado com um segundo elemento ao título: "a prece do louva-a-deus". À abertura do encarte, fazendo as vezes de dicionarista, Felipe define o inseto como melhor lhe cabe dizer, trazendo Guimarães Rosa, Tarsila do Amaral, e mais um punhado de reflexões pessoais, dentre as quais uma parece definidora: "Imagino suas patas dianteiras tamborilando as cordas de um violão". O louva-a-deus, "imóvel a espiar os arredores da vida no seu habitat", traduz, enfim, a verve de um compositor dedicado, gaúcho mas não só, com as mãos no ritmo brasileiro e a cabeça na canção.
sábado, 14 de março de 2009
Deus te vê
Estava lendo a coluna do Fischer, no Pesqueiro de hoje sobre a influência do pensamento católico na literatura e na formação do povo brasileiro e gaúcho.
Também tive minha cota de respingo católico. Fui criada por pais que não eram examente exemplos de católico praticante. Minha mãe sofreu influência, por ter estudado como interna em colégio de freiras e através de minha avó que, apesar de italiana, era discreta - daquelas que têm fé mas não ficam apregoando aos quatro cantos do mundo.
Meu pai sofreu influência da parte carola da família dele (polonesa), mas se opunha radicalmente, chegando a, em determinada época da vida, se recusar a ir em solenidades como batizado, comunhão.
Eu estudei em colégio luterano (dos luteranos da Alemanha, não dos Estados Unidos), mas não era ligada nestas questões, me interessando muito mais pela parte cultural e pela esportiva mesmo. Por essas e outras, me criei achando que não havia sofrido influência religiosa.
Doce ilusão em um país como o nosso.
O catolicismo perpassa a criação das pessoas como o perfume que ultrapassa as paredes da casa ecoando pelos corredores e arredores. Não tem como passar ilesa. Tem sempre alguém ou algum programa ou algum parente ou amigo, vizinho, enfim, alguém que vai te contaminar e quando tu vê, o vírus se manifesta.
Quanto ao episódio, quem sabe outra hora em conto. Já faz alguns anos que aconteceu, não foi nada muito absurdo ou que valha a pena comentar, mas foi o suficiente para eu perceber que não tinha escapado da influência negativa da Igreja. E constatar que eu não escapara me deixou bastante perplexa e frustrada. E isso, sim, é relevante comentar. Eu que me achava tão independente em relação às questões religiosas.
Outro dia minha mãe contou que quando elas iam no banheiro lá no internato de freiras, em Passo Fundo, havia um cartaz escrito:
DEUS TE VÊ.
Que absurdo! Depois não querem que a mulherada sofra de prisão de ventre. Gerações inteiras usando o vaso sanitário, tomando banho, escovando os dentes com "Deus" perseguindo elas até nas horas mais íntimas. E claro que se a mãe tem prisão de ventre, a filha, que acompanha diariamente o sofrimento da mãe, vai ficar com medo de ter prisão de ventre e vai desenvolvê-la, por consequência. E dale produto farmacêutico para desentupir Deus da cabeça das pessoas. Podiam inventar uma pílula contra dogmas.
Minha mãe, no que diz respeito a alguns pontos e por contar com o apoio dos pais dela, que tinham espiritualidade, mas eram bastante críticos e independentes de cabeça, conseguiu se livrar pelo menos desta seqüela da influência "divina". Meu intestino agradece!
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P.S.: eu sei que é dá-lhe, mas gosto mais de dale mesmo.
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quinta-feira, 12 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
O espaço físico, o espaço virtual e a interferência deles nas relações sociais
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Umpf!
QUE-SA-CO!
A filosofia do nariz ou tentando entender o meu mundo
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Dançar ou não dançar, eis a questão
grgsgrrgsgrsgs
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A delicada poesia de Manoel de Barros
VI
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Balanço breve
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Ô som bom de cantar, Siô!
E não, eu não estou tendo uma crise de Pollyanna!
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Jezebel
Notas do meu Subterrâneo
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Música para Fazer Amor
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Bom final de semana a todos, que não lêem isto aqui! hahaha
Tô brincando! Eu sei que uns poucos queridos vêm conferir minhas bobagens.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Revoluções por Minuto
Não sei o que isto vai significar, nem se vai realmente interferir no andamento das coisas aqui neste planeta, mas o que estou sentindo é que eu vou sair bastante modificada deste ano de 2009. As coisas estão acontecendo numa velocidade tão assustadora que chega a dar medo. Se já estavam aceleradas, agora em janeiro parece que resolveram brincar de Ayrton Senna.
E pra recebê-la, nada melhor do que esta cena do musical Hair, de Milos Forman, filme que marcou parte da minha infância e a adolescência inteira:
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A música acaba e o ouvido já imerge mentalmente na próxima canção, dando continuidade à trilha sonora.
Este filme teve uma parcela grande de influência nas minhas relações com os musicais, com o canto e a dança, com a História, na minha forma de pensar o mundo, acentuando também o meu apreço pela diversidade e pela liberdade de pensamento. Eu o tenho como uma pérola, no cantinho do peito destinado às obras de Arte.
Nos próximos tempos ainda vou voltar a falar dele, mas em um post mais cuidadoso e aprofundado.
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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Gostos e seus "mistérios"
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O pássaro
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Passeios mentais
O disco é delicado e agrada mais em função das melodias do Edu Lobo do que propriamente das letras do Chico. Em compensação, Beatriz é praticamente imbatível.
